12/09/2016

Oi Queria deixar uma mensagem que li e achei bem legal PRA COMEÇAR BEM A SEMANA! Reflete bem valores que na minha opinião hoje parecem perdidos... JULGUE VOCÊ MESMO!
Boa leitura...
Bjs, 




MÃES MÁS




            "Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

          Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia. Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar". 
           Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto deles, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos. Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por eles, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos. Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que eles poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). 

           Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci. Porque no final eles venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer: "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo." 

               As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails). Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. 

              Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. 
          
  Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade e, quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata. 
        
   Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar). Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela. 

           Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "pais maus", como minha mãe foi. Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes "mães más". 

Dr. Carlos Hecktheuer 

22/08/2016

MAIS UMA VEZ A PSICOLOGIA GANHA PONTOS NESSA OLIMPÍADA


Foto: Dylan Martinez 06.ago.2016 Reuters 06/08/2016


O resultado da atuação da psicologia foi visto mais uma vez na Olimpíada Rio-2016. Muitos atletas tem atribuído parte de suas vitórias a intervenção da psicologia em suas vidas.
Segundo A OMS: "Entre 1990 e 2013, o número de pessoas sofrendo de depressão e ansiedade aumentou quase 50%, de 416 milhões para 615 milhões". A ansiedade assim como a depressão encontram-se na lista da OMS ocupando o sexto e o primeiro lugar, respectivamente, das doenças mais incapacitantes.
De acordo com o DSM-5, A ansiedade é algo biológico, comum aos seres humanos diante de fatores estressantes externos, uma autodefesa. Dessa forma, enquanto o corpo se prepara para luta ou fuga, ele emite sinais físicos como palpitações e sudorese, entre outros. Mas quando devemos nos preocupar com essas reações? Quando isso se torna um transtorno, ou seja, vira patológico.
Quando esses sintomas aparecem sem que haja um estímulo suficientemente grande desencadear essas resposta ou quando aparecem independente de estímulos ou seja, há uma expectativa e preocupação excessivas, um tanto desproporcional diante do fato, nesse caso é preciso ficar atento, pois isso pode prejudicar sua vida e seus planos, assim como poderia prejudicar, segundo a psicóloga de Arthur Nory, sua carreira como explica a reportagem.
Segundo, Cláudia Cristina Ide, Nory passa por acompanhamento psicológico há 7 anos, no qual técnicas especificas são aplicadas, visando o controle da ansiedade, além de todo suporte para lidar com as pressões da profissão e social. Veja mais na reportagem: